No dia 11 de Março as turmas de Ciências e
Tecnologia realizaram uma saída de campo, em que um dos
objetivos era plantar árvores de
diferentes espécies para reconstruir uma região autóctone, destruída pelos
incêndios ocorridos em anos anteriores. O outro objetivo desta saída era a
observação de determinadas espécies num charco.
PLANTAÇÃO DE ÁRVORES
Planta-mos as árvores autóctone numa região perto da Ribeira de
Tabãos, pertencente à nossa Junta de Freguesia, no qual nos
permitiu realizar esta atividade.
Nesta região existe muita diversidade ao nível da flora e
também ao nível da fauna.
As árvores que nós levamos para essa região eram de vários tipos,
como por exemplo: o sobreiro, o castanheiro.
Quando chegamos ao local destinado, a Junta de Freguesia
forneceu-nos o material necessário (pás e picaretas) para começarmos a
atividade.
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| Ana Luzia, 2014 |
Em primeiro lugar escolhemos o local perfeito para a nossa árvores, estas deviam estar distanciadas umas das outras, para que possam crescer livremente.
Após este passo, começamos a cavar um buraco um
pouco profundo, para que existisse terra suficiente para cobrirmos a planta.
Desseguida retiramos o pacote de leite que suportava a árvore e colocamo-la no
respetivo buraco.
RIBEIRA DE TABÃOS
Após o fim da atividade referida anteriormente, descemos até
á ribeira onde conseguimos observar uma falha.
Neste tipo de falha o teto desce em relação ao muro.
Durante o grande e ardo percurso pela ribeira encontramos muitos "Dropstones", que são marcas deixadas pela existência de icebergs, pois Alfena à muitos anos atrás estava submersa e nesse local existia icebergs.
CHARCO
Dirigimo-nos a um charco onde existia grande biodiversidade.
Nesse local conseguimos encontrar os Tritões de Ventre Laranja ou
Tritões Ibéricos.
Estes anfíbios pertencem à
família das Salamandras, e podem ser encontrados em regiões sempre associadas à
presença de água. Realizam as suas atividades durante a noite.
Esta espécie em Portugal apresenta-se num estatuto de conservação
“pouco preocupante”.
Terminamos o nosso percurso com a subida ao ponto mais alto de Alfena, que é o Monte de Santa Maria.
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| Ricardo Gomes, 2014 |












